Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

Arquivo: Agosto 2008

NÃO ESPERE Artigo publicado na Coluna Transcender, do Jornal Missioneiro, por Solange da Cruz Battirola em 16.08.2008

solbatt 07/08/2008 @ 04:41

NÃO ESPERE
Não espere um sorriso, para ser gentil...
Não espere ser amado, para amar...
Não espere ficar sozinho, para reconhecer o valor das pessoas...
Não espere ficar de luto, para reconhecer quem hoje é importante para você...
Não espere o melhor emprego, para começar a trabalhar....
Não espere ter muito, para compartilhar um pouco...
Não espere a queda, para se lembrar do conselho...
Não espere a enfermidade, para reconhecer o quanto a vida é frágil...
Não espere a pessoa perfeita, para então se apaixonar...
Não espere a dor, para acreditar no poder da oração...
Não espere elogios, para acreditar em seu potencial...
Não espere que o outro tome a iniciativa, comece por você...
Não espere ter tempo, para poder servir...
Não espere a mágoa do outro, para pedir perdão...
Não espere a separação, para reconciliar....
Não espere... Demonstre seus sentimentos...
Não espere o dia de amanhã para amar a vida e acreditar em seu sucesso!

Não Tenho TempoArtigo publicado na Coluna Transcender, do Jornal Missioneiro, por Solange da Cruz Battirola em 09.08.2008

solbatt 07/08/2008 @ 04:40

Não Tenho Tempo

Sabe meu filho (a),
Até hoje não tive tempo para brincar com você.
Arranjei tempo para tudo,
Menos para ver você crescer.
Nunca joguei dominó, dama, almofada, xadrez, ou batalha naval com você.
Não te levo na praça, nem ao cinema, biblioteca ou museu
Percebo que você me rodeia.
Mas, sabe sou muito importante e não tenho tempo...
Sou muito importante para inúmeros, convites sociais,
Uma série de compromissos inadiáveis...
E largar tudo isso pra sentar no chão com você?
Não, não tenho tempo!

Um dia você veio com o caderno da escola pro meu lado. Não liguei, continuei lendo o jornal.
Afinal, os problemas internacionais são mais sérios que os da minha casa.
Nunca vi seu boletim e nem sei quem é sua professora.
Não sei como está sua leitura e nem vi sua letra,
Também, você entende.....não tenho tempo....
De que adiante saber as mínimas coisas de você se eu tenho outras grandes coisas a fazer.

Puxa, como você cresceu!
Você já passou da minha cintura.
Está alto!
Eu não havia reparado isso.
Aliás , não reparo quase nada, minha vida é corrida.
E quando tenho tempo, prefiro usá-lo lá fora.
E se uso aqui, perco-me calado diante da TV.
Porque a TV é importante e me informa muito...
Sabe, meu filho, a última vez que tive tempo para você, foi numa cama, quando o fizemos!

Sei que você se queixa,
Que você sente falta de alguma palavra,
De uma pergunta minha,
De um corre-corre,
De um chute na bola, um pular corda ou amarelinha,
Mas eu não tenho tempo....

Sei que você sente falta do abraço e do riso,
De andar a pé até a padaria para comprar pão
De andar de bicicleta até o jornaleiro para comprar o jornal...
Mas, sabe há quanto tempo não ando a pé ?
Não tenho tempo....

Mas, você entende, sou uma pessoa importante,
Tenho que dar atenção a muita gente.
Dependo delas.....
Filho (a), você não entende de comércio!
Na realidade sou uma pessoa sem tempo!
Sei que você fica chateado (a), porque as poucas vezes que falamos é monólogo.
Só eu falo.
E noventa e nove por cento é bronca:
Quero silêncio, quero sossego!
E você tem a péssima mania de vir correndo sobre a gente.
Você tem mania de pular nos braços dos outros...

Filho (a) não tenho tempo para abraçá-lo (a),
Não tenho tempo para ficar de papo furado com criança.
Filho (a), o que você entende de computador, comunicação, ou globalização?
Como é que vou parar para conversar com você?

Sabe, meu filho (a), não tenho tempo.
Mas o pior de tudo, o pior de tudo é que...
Se você partisse agora, neste instante,
Eu ficaria com um peso de consciência
Porque não arrumei tempo para brincar com você.
E na outra vida, por certo,
DEUS não terá tempo de me deixar, pelo menos, vê-lo!

Autor:
Neimar de Barros
Extraído do livro: DEUS Negro - 1979
Leia e reflita com carinho as palavras do autor, se tiver críticas ou sugestões, entre em contato.

A ILHA DOS SENTIMENTOS Artigo publicado na Coluna Transcender, do Jornal Missioneiro, por Solange da Cruz Battirola em 02.8.2008

solbatt 07/08/2008 @ 04:38

A ILHA DOS SENTIMENTOS
Era uma vez, uma linda ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros. Certo dia, avisaram a todos os moradores dessa ilha que ela seria inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem. Ele então falou:
- Fujam todos! A ilha será inundada!
Todos correram e pegaram seus barquinhos, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar mais um pouco curtindo sua ilha... Quando já estava quase se afogando, correu para pedir ajuda.
Estava passando a riqueza, e o amor disse: - Leve-me com você?
Ela respondeu: - Não posso, meu barco está cheio de prata e ouro e você não vai caber!
Passou então a vaidade e o amor pediu: Leve-me com você?
A vaidade respondeu: - Não posso. Você vai sujar o meu barco!
Logo atrás vinha a tristeza e o amor falou: _Tristeza, leve-me com você!
A tristeza respondeu: - Ah! Amor! Estou tão triste que prefiro ir sozinha!
Passa também, a alegria, mas a alegria estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.
Já desesperado, achando que iria ficar só, o amor começou a chorar. Passou então um barquinho, onde estava um sentimento que gritou: - Sobe amor, que eu te levo!
O amor ficou tão radiante de felicidade, que até se esqueceu de perguntar quem era aquele sentimento.
- Chegando ao morro onde estavam os sentimentos, o amor perguntou à Sabedoria: _Quem foi que me trouxe?
- O tempo! - Respondeu a sabedoria.
- O tempo? Mas porque só tempo me trouxe até aqui?
- Porque só o tempo é capaz de entender um grande amor! - Finalizou a sabedoria.

A AMOR 26.07.2008 POR SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA NA COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO DE SÃO LUIZ GONZAGA

solbatt 07/08/2008 @ 04:37

O AMOR
É muito difícil teorizar o amor. Amor é uma palavra fácil de dizer e difícil de viver.
O amor é uma velha história e, no entanto, sempre nova.
O amor é a energia que move os mundos, cria, transforma e eleva a pessoa humana, é uma doação e não uma exigência.
O amor é entender a nossa razão de ser, é traduzir a nossa missão através de sentimentos.
O amor é capaz de aceitar os outros, apesar de serem imperfeitos, aceitar, amar e lutar em respeito da vida.
O amor é capaz de amar a vida e amar a si mesmo apesar de todas as fragilidades.
O amor é a estrela guia da humanidade.
O amor é o mais forte combustível para a sua caminhada do ser humano, é o sustentáculo do universo.
O amor é a grande saída, o melhor caminho, a mais doce opção.
Todo ser humano tem dentro de si o ilimitado potencial do amor, pronto para ser reconhecido, esperando para ser desenvolvido, desejando crescer e impulsionar nossa vida.
O amor é apreendido melhor na alegria, na amizade, na partilha, na doação, na paz e na solidariedade.
O amor é o mais nobre sentimento que o ser humano pode sentir.
O amor faz pensar nas belezas e na suavidade do outro.
O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida
O amor é a força mais poderosa que possui o mundo e, entretanto, ela é mais humilde que se possa imaginar.
O amor é o remédio para todos os males
No amor não existe TU nem EU. Existe o NÓS.
Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o importante é que saiba amar para o bem.
O amor é a base, a essência e a finalidade da existência. Só por meio do amor conhecemos a nós mesmos e compreendemos o mundo e a vida. Foi por amor, que DEUS nos enviou seu Filho Jesus Cristo, e por seu amor alcançaremos a paz em nosso Senhor!

NOSSA MAIOR FORTUNA 19-07-2008 POR SOLANGE BATTIROLA NO JORNAL MISSIONEIRO NA COLUNA TRANSCENDER

solbatt 07/08/2008 @ 04:35

NOSSA MAIOR FORTUNA.
Tan Correia
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã, você acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte. Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz??? Irá gastar cada centavo, é claro!!!
Todos nós somos clientes deste banco que estamos falando. Chama-se TEMPO. Todas as manhãs são creditadas para cada um 86.400 segundos. Todas as noites são debitados, como perda. Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada e, todas as noites as sobras do dia evaporam. Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário.
Insista então, no que for melhor, na saúde, na felicidade e no Sucesso!!!O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
Para você perceber o valor de um ano... Pergunte a um estudante que repetiu o ano.
Para você saber o valor de um mês... Pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.
Para você saber o valor de uma semana... Pergunte a um editor de jornal semanal.
Para você saber o valor de uma hora... Pergunte a aqueles apaixonados que estão esperando para se encontrar.
Para você saber o valor de um minuto... Pergunte a uma pessoa que perdeu o avião.
Para você saber o valor de um segundo... Pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Para você saber o valor de um milésimo de segundo... Pergunte a alguém que ficou com a medalha de prata de uma Olimpíada.
Valorize cada momento que você tem!
Lembre-se: "O tempo não espera por ninguém.
Ontem, é história, o amanhã, é um mistério... por isso o hoje é chamado de presente!”

O PACOTE DE BISCOITOS 12.07.2008 POR SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA NA COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO DE SÃO LUIZ GONZAGA

solbatt 07/08/2008 @ 04:34

O PACOTE DE BISCOITO
Certo dia, uma moça estava à espera do seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como devesse esperar ainda um bom tempo, para entreter-se, resolveu comprar um livro. Comprou igualmente um pacote de biscoitos.
Numa poltrona agradável, na sala reservada aos passageiros, julgou que podia descansar e ler o livro em paz. Mas, ao lado dela, sentou-se um homem. Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Pensava consigo: _Mas que gente atrevida!
A cada biscoito que ela apanhava no pacote, o homem a imitava. Aquilo a deixava tão incomodada que nem conseguia reagir.
Por fim, restava apenas um biscoito. E ela pensou: _O que este desinibido vai fazer agora?
Então, o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo provocou a ira da moça que bufava de raiva. Ela pegou seu livro e suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Já acomodada na poltrona do avião, com surpresa constatou que o pacote de biscoitos ainda estava intacto dentro de sua bolsa.
Sentiu-se envergonhada, pois a errada era ela. O pior é que não havia mais tempo para pedir desculpas.
O homem dividira seus biscoitos sem sentir-se agredido, ao passo que ela chegou a ficar transtornada.
Pense bem: Quantas vezes, em nossa vida, comemos os biscoitos dos outros, e não temos consciência de que os errados somos nós?