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BONS PENSAMENTOS – por Solange da Cruz Battirola, publicada na coluna Transcender do Jornal Missioneiro de São Luiz Gonzaga em 29.11.2008

Bons pensamentos

Tudo te será dado, se souberes imaginar com clareza e constância aquilo que desejas. Se não obténs o que pedes, é porque ainda não é a hora de teu mérito, Deus sabe de tudo que realmente necessitamos mesmo antes de pedir. Aprende a cultivar uma imaginação positiva, para benefício teu e de todas as criaturas. Lembre-se que a imaginação é uma força poderosa.
Fracassos, enfermidades e humilhações que te aborrecem foram atraídos por alguns pensamentos negativos. Procura descobrir o lado bom de todas as coisas, em ti e nos teus próprios semelhantes! Segue avante!
O terror, o ódio, a vaidade, o orgulho, a inveja e o egoísmo são pensamentos negativos. Sê digno de ti mesmo e repele-os, a fim de venceres na vida.
Uma mente positiva só irradia amor, confiança, paz, segurança, saúde, tolerância, caridade, agrado, serenidade e abundância. Só isto vence na vida. Aprende a ser positivo e a felicidade virá ao teu encontro.
Nunca faças ao outro o que não desejas a ti próprio, porque, se é verdade que podes pensar positiva e negativamente, também é certo que o que desejares ao teu próximo, receberás em dobro.
Cultivas unicamente bons pensamentos e pratica sempre boas ações. Experimenta e verás.
Os pensamentos bons modificam a tua saúde, o teu ambiente e a tua vida. Se queres melhorar de sorte, melhora também os teus pensamentos, pensando unicamente no bem.
E lembre-se de desejar e realizar o bem sem olhar a quem!

O HOMEM E O MUNDO – por Solange da Cruz Battirola, publicada na coluna Transcender do Jornal Missioneiro de São Luiz Gonzaga em 22.11.2008

O HOMEM E O MUNDO

Era uma vez uma criança, o Fabinho, que, durante o trabalho, incomodava continuamente o pai. Para o distrair, este arrancou do velho atlas geográfico, um mapa-múndi. Com uma tesoura, cortou-o em pedacinhos.
Entregou os pedaços cortados ao filho, e pediu que montasse o quebra-cabeça improvisado. Desse modo, pensava o pai, Fabinho o deixaria descansado por um bom tempo, pois, entretido com a montagem do mapa, não o iria aborrecer.
Após alguns minutos, o menino já aparecera com o mapa montado, tudo direitinho.
Cheio de espanto, o pai perguntou-lhe como é que tinha conseguido montar o quebra-cabeça tão rapidamente.
Muito simples – afirmou o menino -, no lado de trás da folha estava desenhado um homem. Reconstruí o homem e, assim, o mundo ficou construído e ordenado.
O pai concordou com a feliz coincidência e aproveitou a lição!

o Sentido da Vida por Solange da Cruz Battirola, na Coluna Transcender do Jornal Missioneiro de São Luiz Gonzaga

O sentido da vida
Saiu um jovem a procura de sentido da vida. Depois de andar todos os caminhos sem resposta convincente, embrenharam-se montanha acima, pois sabia de um convento a quilômetros de altura. Os monges afeitos à contemplação e à meditação certamente teriam uma resposta. A montanha era íngreme e as avalanches de neve, freqüentes. E o jovem perdeu-se e perdeu os sentidos, afundando na neve. Os cães farejadores do convento salvaram-no. Levado pelos bondosos monges, recuperou os sentidos e as forças no calor do convento acolhedor.
Chegara o momento da indagação do jovem sobre o sentido da vida.
Foi então que o abade, em resposta, presenteou-o com uma colcha de retalhos para que o jovem a levasse e nela decifrasse o enigma da vida. Mas tal sabedoria é dada somente à experiência dos velhos, e o jovem precisou ouvir o abade.
A colcha de retalhos – ouviu o jovem – é um conjunto de pequenas peças, recorte de todos os tipos de tecidos, maiores, menores, mais finos, mas grosseiros, ricos damascos, singelas pelúcias, e de varias cores. Pedaços costurados por um fio de linha que os mantém unidos, que fazem da colcha um conjunto harmonioso e belo. Se um retalho faltar, na colcha abre-se um buraco que a faz perder a beleza e o valor.
Na colcha, todos os retalhos são importantes, como na vida o sentido está em estarmos unidos e amar-nos. Viver é relacionar-se. Somente vivendo se encontra o sentido da vida.
Tudo de bom para você!

NÃO TENHA MEDO - por Solange Battirola na Coluna Transcender do Jornal Missioneiro de São Luiz Gonzaga

NÃO TENHA MEDO

Se você se sentir cansado, se achar pesada a caminhada, venha até mim e encontrará forças.
Se você não conseguir ver a beleza da natureza, se o cantar dos pássaros não soar bem aos ouvidos, pense um pouco em mim, no que fiz, no que falei.
Se as flores não colorirem seu espírito, e seu perfume não o fizer olhá-las com ternura, pense nos espinhos que penetraram na minha cabeça e fizeram o sangue molhar minha face.
Se alguém ferir seu coração e o fizer chorar, chore abraçado a mim que eu o consolarei.
Se seu sorriso se tornar triste, olhe para mim e encontrará razão para sorrir com alegria.
Se os degraus da vida se tornarem difíceis de subir, segure na minha mão, que eu o ajudarei.
Se alguém lhe disser que eu já era, lembre-se da minha frase: “Eu estarei convosco até o fim dos séculos.”
Se a saudade invadir seu coração, agradeça a mim, porque você já teve momentos felizes.
Se a vida estiver dizendo não, venha até mim que eu o ajudarei a dizer sim, mesmo quando ela diz não.
Se você não vê refúgio no irmão que está a seu lado, lembre-se que em mim pode refugiar-se.
Se tens medo de dizer a verdade pense em mim, e veja até que ponto tive coragem de dizê-la.
Se você acha tempo perdido falar de mim, pelos caminhos do mundo, imagine se fosse perdido o meu sacrifício.
Fiz tudo por você...
Se você tem em vida muitos problemas a resolver, lembre-se que eu sou a solução.
Se você estiver comigo em todos os momentos de sua vida, não tenha medo, pois eu sou a luz do seu caminho.
Seu amigo: Jesus Cristo.

ANTIGAS INSCRIÇÕES POR SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA - COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO DO DIA 18.10.2008

ANTIGAS INSCRIÇÕES
Siga tranqüilamente, entre a inquietude e a pressa, lembrando-se de que há sempre paz no silêncio.
Tanto quanto possível, sem se humilhar, mantenha boas relações com as pessoas.
Fale a sua verdade mansa e claramente e ouça a dos outros; mesmo a dos insensatos e ignorantes, pois também eles têm a sua própria história.
Se você se comparar com os outros, você se tornará presunçoso e magoado, pois haverá sempre alguém superior e alguém inferior a você.
Você é filho de Deus Onipotente. Você merece estar aqui. E mesmo sem você perceber, a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.
Mantenha-se interessado em seu trabalho, ainda que humilde, pois ele é um ganho real na fortuna cambiante do tempo. Desfrute das suas realizações, bem como dos seus planos.
Tenha cautela nos negócios, pois o mundo está cheio de astúcia; mas não se torne um cético, porque a virtude existirá sempre, muita gente luta por altos ideais e em toda parte a vida está cheia de heroísmos.
Seja você mesmo. Principalmente não simule afeição, nem seja descrente do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.
Aceite com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com as inovações da juventude.
Alimente a força do espírito que o protegerá no infortúnio inesperado e não se desespere com perigos imaginários.
Muitos temores nascem do cansaço e da solidão, e a despeito de uma disciplina rigorosa, seja gentil para consigo mesmo. Portanto, esteja em paz com Deus, como quer que você o conceba. Seja prudente, faça tudo para ser feliz.
E quaisquer que sejam seus trabalhos e aspirações, na fatigante jornada da vida, mantenha-se em paz consigo mesmo. Lembre-se que apesar de todas as fadigas e desencantos, o mundo ainda é bonito.

"Antiga inscrição, datada de 1684, descoberta em uma igreja de Baltimore. Tradução de Jehud Bortolozzi. "

HISTÓRIA DO AMOR - por SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA - COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO - 25.10.2008

História do Amor
Era uma vez uma ilha onde moravam os seguintes sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor e outros.
Um dia avisaram aos moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o Amor cuidou que todos os sentimentos se salvassem. Ele, então, falou:
"-Fujam todos, a ilha vai ser inundada".
Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o Amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com a sua ilha.
Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda. Estava passando a Riqueza e ele disse:
"-Riqueza, leva-me com você".
Ela respondeu:
"-Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você!"
Passou então a vaidade e ele pediu:
"-Oh Vaidade, leva-me com você".
Ela respondeu:
"-Não posso, você vai sujar meu barco".
Logo atrás vinha a Tristeza: "-Tristeza, posso ir com você?".
Ela retrucou:
"-Ah Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha".
Passou a Alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o Amor chamar por ela.
Já desesperado, achando que ia ficar só, o Amor começou a chorar. Então, passou um barquinho, onde estava um velhinho, e ele falou:
"-Sobe, Amor, que eu te levo". O Amor ficou tão radiante de felicidade que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à Sabedoria:
"-Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?".
Ela respondeu:
"-O Tempo".
O Amor voltou a perguntar:
"-O Tempo? Mas por que só o Tempo me trouxe aqui?". A sabedoria, então, respondeu:
"-Porque só o Tempo é capaz de ajudar e entender um grande Amor!"
Autor Desconhecido

RECEITA DAS CRIANÇAS por SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA - COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO - EM 12.10.2008

RECEITA DAS CRIANÇAS

Acordar cantando...
( não vale chorar nem acordar a casa toda ).

Espreguiçar-se bastante, antes de se levantar da cama...

Pegar todo dia o solzinho da manhã, acordando
mais cedo para uma caminhada sem pressa...

Mostrar a quem a gente ama
que ela é muito importante para nós...

Pedir colinho, sempre que possível
( às vezes, a gente tem que dar também ).

Beber muita água e fazer muito "xixi"

Fazer primeiro, para receber depois:
Muito dengo e carinho...

Confiar e amar quem ama a gente, cada vez mais...

Ignorar todos os chatos que não gostam
de criança, de flor, de carinho...

Dar atenção a todos que se aproximam de nós,
mesmo a quem acabamos de conhecer.

Adorar ouvir o que as pessoas (que a gente ama)
falam e respeitar o que fazem...

Sorrir para todos e para a gente mesmo...

E rir, rir, mas rir muito,
sempre que não tiver motivo para chorar...

Neste 12 de Outubro, um FELIZ DIA DAS CRIANÇAS e um super beijo a todas! Prof. Sol

Semeando Vida - por SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA - NA COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO - 19.04.2008

Semeando Vida

Era uma vez um homem que morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus e viajava cinqüenta minutos até o trabalho. À tardinha, fazia a mesma coisa voltando para casa. No ponto seguinte ao que o homem subia para o ônibus, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar-se numa janela. Abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa fora do ônibus.
Um dia, o homem reparou a cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa. E assim todos os dias. Certa vez sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
-Bom dia! Desculpe minha curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela?
-Bom dia! Respondeu ela: -Jogo sementes.
-Sementes? Sementes de quê?
-De flor. É que viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada está tão vazia. Eu gostaria de poder viajar vendo flores por todo o caminho... Imagine como seria bom!
-Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos... A senhora acha que essas flores nascerão aí, na beira da estrada?
-Acho, meu filho. Mesmo que muitas sementes se percam, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
-Mesmo assim, demoram a crescer, precisam de água...
-Ah, eu faço a minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca nascerão.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu trabalho. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava ficando meio “caduca”. O tempo passou. Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto: olhou para fora da janela e viu margaridas na beira da estrada, carreiras de hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias... A paisagem estava colorida, perfumada, linda. O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo, ao que ele respondeu:
- A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado. O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo!” Pensou ele. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver toda essa beleza”! Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela, entusiasmado:
-Olha mamãe, que lindo, quanta flor pela estrada... Como se chamam aquelas azuis?...
Então o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha deveria estar muito feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacote de sementes do bolso.

(Zenaide Martins – Texto que tem circulado na Internet, com slide-show, retirado do Jornal para Educadores de Ensino Religioso: O Transcendente – meses de Março e Abril de 2008)

Em um mundo melhor - por SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA, NA COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO EM 04.10.2008

Em um mundo melhor
“ Em um mundo melhor, todas as pessoas celebram a alegria da vida. Os direitos humanos são respeitados e preservados; e a integridade de todas as pessoas são asseguradas.
As pessoas vivem de modos que preservam o equilíbrio ecológico da natureza em um ambiente que é bonito e limpo.
Os recursos naturais e abundantes do planeta são partilhados e as necessidades humanas básicas de todas as pessoas são supridas.
Todas as pessoas têm iguais oportunidades para realizar seu potencial através de um processo educacional que tem valores humanos, morais e espirituais em sua base.
A vida em família é amável, atenciosa e respeitosa e é a fundação para a harmonia dentro da família humana mais ampla, que é a sociedade.
Em um mundo melhor há respeito, entendimento e tolerância em todas as relações humanas.
As pessoas comunicam-se abertamente e em um espírito de igualdade e boa vontade.
A justiça social, econômica e política é assegurada através de honestidade, responsabilidade e respeito pelas leis.
Os governos, como representantes dos seus povos, estão comprometidos com o bem-estar.
As pessoas participam cooperativamente em esforços para um mundo seguro e pacífico.
A ciência serve à humanidade e a tecnologia é aplicada para assegurar o desenvolvimento sustentável e melhorar a qualidade de vida.
Em um mundo melhor, todas as pessoas desfrutam de liberdade de expressão, movimento e crença enquanto respeitando as liberdades e os direitos dos outros. ”
("Adaptação de um trecho do Texto: Visões de Um mundo Melhor", publicado pelo jornal "Mensageiros da Paz", da ONU).

Adeus, folhas secas! por SOLANGE DA CRUZ BATTIROLA, NA COLUNA TRANSCENDER DO JORNAL MISSIONEIRO EM 27.09.2008

Adeus, folhas secas!
*Autora: Delasnieve Daspet
Chega a primavera,
colorindo e dando vida.
Além de trazer um pouco
mais de chuvas.
Acabaram-se os dias secos,
plantas sem vida,
folhas secas.
O cenário da vida se assemelha a um jardim.
Há momentos em que imperando o inverno,
ficamos sem viço.
Parece que nada voltará
a embelezar a vida!
MAS CHEGA A PRIMAVERA!
E mudanças são possíveis!
O despertar de uma nova etapa
que vai nos tirar da letargia.
Adeus, folhas secas!
Com uma tesoura pequena,
vamos podando as arestas,
limpando os arbustos,
tirando - da vida - os fungos!
Vamos replantando os sonhos...
A época é agora!
Teremos tempo suficiente para adaptar
aos novos tempos
Cortaremos alguns galhos, situações-problemas
para que a vida surja com mais força.
Vamos imprimir ao nosso cotidiano
a renovação da primavera!
*Delasnieve Miranda Daspet de Souza é sulmatogrossense de Porto Murtinho, onde nasceu e cresceu em meio a exuberante natureza que é o Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil. É poeta, advogada e faz trabalho social com menores carentes, em Campo Grande - MS, onde reside.